Achei interessante a discussão contida neste vídeo:
O autor do vídeo teve que explicar o motivo pelo qual pronunciara a palavra apple daquela forma. E estava correto na forma em que pronunciou! No entanto, porque foi criticado?
A preocupação em “estar certo” pode acabar levando aprendizes de uma nova língua a ignorar as variações que ocorrem num idioma e buscar alguma forma ideal. Pense, por exemplo, na língua portuguesa. É errado falar “seish” (6) como no Rio de Janeiro? É errado falar “tera” (terra) como no Rio Grande do Sul? Ou falar “ródando” (rodando) como na Bahia? Que dizer das vogais como são pronunciadas em Portugal? Os portugueses estão errados? São apenas variações! O mesmo ocorre na língua inglesa: em Liverpool, a pronúncia mais comum de “bus” não é “bás”, mas “bôs”. Quem está certo? Quem fala assim, assado, ou quem pega o ônibus?
Há muitas variações de pronúncia, tanto entre os que falam inglês como língua materna, como entre os que falam inglês como língua estrangeira. Se você tem a vontade de ficar o mais próximo possível de um falante nativo, você não está fazendo nada de errado, mas seu estudo poderá ser mais difícil. Se você está preocupado somente em estabelecer comunicação clara, e não acha que ter sotaque é errado, você também vai ter sucesso. Claro que, para todos nós, estudar a pronúncia é importante. Procure sempre saber qual a pronúncia padrão, há vários dicionários online com pronúncia, inclusive o thedreedictionary.com e o merriam-webster.com. Além disso, saber a pronúncia individual das palavras não é garantia de pronúncia natural. Como estudar pronúncia será assunto para outro post.
Um abraço e bons estudos!
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